24 de janeiro de 2007

Oração da Humildade Amorosa



Muitas vezes volto a esta oração. Muitas vezes percebo que é nestas três dimensões que tudo se joga. Muitas vezes percebo que às vezes não apetece nada ser eu. Muitas vezes percebo que custa estar voltado para os outros. Muitas vezes percebo que preferiria não precisar de Deus. Mas, também todas as vezes acabo por chegar à mesma conclusão e que é a de que esta é uma questão de sobrevivência espiritual: ou eu me deixo ser nas minhas várias dimensões ou começo a murchar; ou me deixo respirar ou asfixio; ou levo a sério a vida e me liberto do superficial do dia-a-dia ou, mais tarde ou mais cedo, quem paga sou eu. Todas as vezes chego à conclusão de que tenho que obedecer, ouvir o que vem do fundo de mim mesmo, perceber o que devo ser.

Então, rezo...

Sou livre quando sou eu
quando reconheço que sou pequenino
quando assumo tudo o que sou e faço
quando gozo o presente

Sou livre quando

o fluxo do Amor passa pelos meus canais vitais
no interesse pelo outro
no partilhar
no obedecer
no pedir
no agradecer
no pedir perdão
no elogiar
no corrigir
no esperar
no aceitar
no deixar-me maravilhar

Sou livre quando
me alimento em Deus
porque sou (e)ternamente amado
porque peço e recebo graças espirituais
e sou permanentemente enviado em missão

4 comentários:

Anónimo disse...

Eloi, está muy feo eso de censurar los comentarios que no te gustan. Otra cosa sería si fuesen ofensivos o blasfemos o de mal gusto. Pero censurar a los que no están de acuerdo contigo es totalitario. ¿Ese es el espíritu que va a guiar tu sacerdocio y el que te han inculcado las charlas con la flor y nata de la iglesia catalana?

elsa nyny disse...

Amen!

Passei... e rezei!!

Tudo de bom!
:))

Discípulos disse...

João Delicado:

Eis um Santo em formação. Orações e um Grande Abraço para ti e para toda a comunidade, em especial para o Santo Marco e também para o irmão Adão, sem esquecer os Padres Baleizão e Alfredo.

:))

Discípulos disse...

Recordamos os últimos momentos da nossa Querida e Santa Irmã Lúcia antes de "Nascer" para a Plenitude do Amor de Deus, a 13 de Fevereiro de 2005 pelas 17:25h.

"Sim, naquele momento, o seu olhar que se apagava para esta vida, abria-se à Luz Eterna de Deus! Num dado momento, inesperadamente, aqueles olhos que tantas vezes contemplaram o Invisível, abriram-se! Olhou todas as Irmãs. Depois voltou- os para a direita e fixou os meus. Não consigo descrever a profundidade desse olhar! Foi impressionante. Coloquei o crucifixo nessa direcção e em seguida voltou a fechá-los. Foi a despedida." (Irmã Celina, Madre Superiora)

Para além de recordarmos o dia do seu nascimento para a Eternidade, convidamos-te a partilhar, em intimidade, no silêncio da alma a Santidade.