24 de março de 2009

O inefável

14 comentários:

Anónimo disse...

Da janela da minh’ alma
Vejo muito além do mundo
Tão belo o suave encanto
que de tanto é já tudo.

C.O.

Anónimo disse...

Inefável, que significa o que não pode ser expresso verbalmente, é um termo utilizado para identificar algo de origem divina ou Transcendente e com atributos de beleza e perfeição tão superiores aos níveis terrenos que não pode ser expresso em palavras humanas.

Por esta razão algumas Seitas e Religiões utilizam o termo inefável para representar a divindade máxima dentro de uma hierarquia.

Os Gnósticos o chamam assim para diferencia-lo do Deus do cristianismo e do judaísmo. Para eles o Inefável deu origem a Sofia e esta, conseqüentemente, ao Demiurgo e aos todos Arcontes.

Na Bíblia este termo aparece vindo da palavra grega anekdiegetos e também pode ser traduzida como inexprimível e indescritível.

Alexandre disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Alexandre disse...

Não estará no momento de passar de um conhecimento tácito, inefável, para um conhecimento explícito?

Os dados, com estrutura revelam (in)form(ação), que quando apresentam boa correlação com a realidade são conhecimento e que quando este conhecimento permite perceber o passado e prever o futuro...

Um construtivista tem uma apetência nata para realizar esse percurso...

Um construtivista não se assusta com o Transcendente.

Concorda?

Fernando disse...

Porque perdem tempo com esses comentários?
Não perceberam nada!
Fernando (o autor)

Anónimo disse...

Caro Fernando, muito bom dia!

Porque perdem tempo com comentarios? :)

Fernando, auch ich aus dem winterlichen Deutschland sage "Danke schön!" für die wohltuenden Bilder und die Musik. Wenn wir etwas ins Netz stellen, sind wir auf Sendung. Wir senden, wir geben Impulse! Oft erahnen wir die Wirkung eines Beitrages vorher nicht und sind überrascht und verstehen Reaktionen nicht, empfinden sie vielleicht als Zeitverschwendung oder als Bereicherung. Ist es nicht großartig, dass es Empfänger gibt, die sich die Freiheit nehmen, die die Freiheit haben, Impulse aufzunehmen und in der ihr jeweils eigenen Art und Weise zu verarbeiten und weiterzuentwickeln? Und damit wieder neue Impulse geben, so wie auch ich in diesem Moment. Nichts für ungut!

Fernando, es war gut, nachzufragen "porque".

Ich freue mich auf weitere Filme. Muito obrigada.

Anónimo disse...

Muito sábio e oportuno este último comentário (6) . Ocorreu-me, enquanto o lia, o que aprendi nas aulas de Hermenêutica. ☺
C.O.

Anónimo disse...

Sr. Fernando o filme está giro. Faça mais e não se aborreça com quem não aprecia tanto. Não seja só inefável, seja o que é: afável

Anónimo disse...

Julgo ter percebido a mensagem do Fernando: o apelo ao silêncio perante o inefável.
Daí, talvez, a sua reacção aos comentários (?) - mas esta é apenas a minha leitura.
Contudo, e como é muito bem apresentado num dos comentários, ao colocarmos algo na rede, damos impulsos. Esses impulsos são geradores de reacções que para nós poderão, ou não, ser previsíveis. Nunca tais reacções deverão ser tomadas como desperdício, antes, deverão ser recebidas com a abertura à liberdade do outro, que é também a nossa. Abertura esta, que se quer pura, porque livre e despida de interesses à priori, geradora de mais e melhor aprofundamento acerca do dado.

Isto, no meu entender, nada tem a ver com o "filme" ou com o "autor" - pessoa muito afável, como é referido no último comentário, acrescentarei mesmo: pessoa em quem transparece a luz do inefável.

Parabéns ao autor pelas imagens e por ter partilhado connosco este seu sentimento.

Anónimo disse...

Acrescentarei que o que vi não foi um "filme giro" - como referido no comentário 8 - mas sim uma mensagem, uma ideia, a que a aplicação do termo "giro" nunca se aplicaria.
Dizer, também, que "não se aborreça com quem não aprecia tanto" ? Não entendi esta observação, considerando os comentários que li. Mas, como referi anteriormente, cada um reage diferentemente ao dado apresentado.

Alexandre disse...

Caro Fernando,

O meu comentário foi motivado pelo meu gosto pela palavra.

Poetas conseguem com palvras descrever o inefável.

Realmente não me tinha apercebido do seu objectivo. O realizador, o autor, o poeta, da montagem, da escolha da sequência, da música, da gravação.

Ich freue mich auf weitere Filme.

Cordiais cumprimentos,

Anónimo disse...

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Anónimo disse...

rats Take a piece of me

freefun0616 disse...

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