10 de março de 2010

Maurice Blondel (1861-1949)


"Não tenho nada que não tenha recebido, e, no entanto, é necessário ao mesmo tempo que tudo surja de mim, inclusivamente o ser que recebi e que me parece imposto; é necessário que, faça ou sofra o que seja, eu sancione este ser; que, por assim dizer, o engendre de novo mediante uma adesão pessoal, sem que jamais a minha sincera liberdade o desautorize. É esta vontade, a mais íntima e livre, a que importa reencontrar em todos os actos e levá-la finalmente até ao seu perfeito acabamento." (In: A Acção)

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