16 de novembro de 2010

Obrigado, JRS!

Sabia que o JRS fez trinta anos no último domingo?
Sabia que o JRS é o “Serviço Jesuíta aos Refugiados”?
Há muitos motivos para celebrar esta presença. Por exemplo…

Em África.
“Nos últimos seis meses, no Quénia, três assistentes de saúde mental realizaram três dias de sensibilização para a deficiência, em Março, em Maio e em Setembro, abrangendo mais de 600 alunos no campo de refugiados no noroeste.
Estas actividades, organizadas pelo JRS procuram sensibilizar a população estudantil para as possíveis capacidades das pessoas com deficiência e demonstrar quanto têm em comum com o resto da comunidade”.

Na América.
“O JRS lançou um apelo urgente de apoio para a população do noroeste do Haiti e para as pessoas que foram deslocadas internamente para sete campos na capital, todos afectados pelas últimas catástrofes no país.
Este apoio será uma oportunidade de reconstruírem as suas vidas e as das suas famílias”.

Na Oceânia.
“Pela primeira vez, o JRS será capaz de acomodar famílias de refugiados na Austrália, através do reconstrução de antigas casas de pescadores, num subúrbio perto da praia de Manly, em Sydney norte.
Recentemente, a organização realizou uma festa de inauguração para acolher os treze moradores, incluindo um bebé. Esta “casa abrigo”, será para eles um lar, até que os seus pedidos de asilo sejam processados, e os residentes capazes de refazer as suas vidas”.

Na Ásia.
“Estima-se que 20.000 pessoas fugiram para a Tailândia desde que eclodiu o conflito entre forças do governo e da Quinta Brigada do grupo étnico rebelde de Karen. Os combates começaram na manhã de segunda-feira, dia 8 de Novembro na cidade fronteiriça do sudeste do Myawaddy, menos de um dia depois das urnas eleitorais terem sido abertas na região militar controlada. O JRS respondeu quase imediatamente. Em poucas horas, tendas médicas, abrigos temporários e sites de distribuição de alimentos foram estabelecidos para os recém-chegados”.

Na Europa.
“O mundo do deslocamento forçado mudou dramaticamente desde 1980. O número de pessoas deslocadas à força no mundo aumentou de 16 para 45 milhões. No entanto, há cada vez menos lugares para onde os refugiados podem ir.
Em resposta, a intervenção do JRS precisa de manter a atenção nos mais esquecidos, nos desconhecidos, e naqueles que não estão a ser ajudados por terceiros. O Pe. Raper, o antigo director internacional do JRS, reforçou esta ideia numa conferência realizada na Universidade Pontifícia Gregoriana, em Itália, para comemorar 30 anos de serviço jesuíta aos refugiados, a resposta dos Jesuítas aos refugiados de um mundo em movimento”.

Mas, o que há, sobretudo, são inumeráveis motivos e milhões de pessoas pelos quais continuar a existir…

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