19 de junho de 2011

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

Hoje, dia 19 de Junho, primeiro Domingo depois de Pentecostes, celebra-se a Solenidade da Santíssima Trindade.

Não é fácil falar sobre a Santíssima Trindade. Sobre este mistério, central da fé e da vida cristã, de um Deus em três Pessoas, mas que é um Deus Único. Diz-nos o Catecismo da Igreja Católica: “As pessoas divinas não dividem entre Si a divindade única: cada uma delas é Deus por inteiro: «O Pai é aquilo mesmo que o Filho, o Filho aquilo mesmo que o Pai, o Pai e o Filho aquilo mesmo que o Espírito Santo, ou seja, um único» [XI Concílio de Toledo (ano 675), Symbolum: DS 530].” (CIC, 253).

O facto de esta Solenidade ter lugar após o período Quaresma – Pentecostes pode ajudar-nos a clarificar um pouco esta formulação da Santíssima Trindade, já mencionada nos escritos apostólicos, como podemos ver na Segunda leitura de hoje, na saudação de S. Paulo: “A graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus e a comunhão do Espírito Santo estejam com todos vós!” (2 Cor, 13, 13).

Desde o inicio da Quaresma, fomos sendo convidados a conhecer, através do estabelecimento de uma relação pessoal, cada uma das três Pessoas divinas: Jesus Cristo que morreu e Ressuscitou por nós; o Pai que Jesus nos dá a conhecer: “E agora, glorifica-me, Pai, junto de ti, com a glória que eu tinha junto de ti antes que o mundo existisse. Manifestei o teu nome aos homens que do mundo me deste. Eram teus e os deste a mim e eles guardaram tua palavra.” (Jo 17, 5-6); e o dom do Espírito Santo que Jesus nos dá: “No último dia da festa, o mais solene, Jesus, de pé, disse em alta voz: «Se alguém tem sede, venha a mim e beberá, aquele que crê em mim!» conforme a palavra da Escritura: De seu seio jorrarão rios de água viva. Ele falava do Espírito que deviam receber aqueles que haviam crido nele; pois não havia ainda Espírito porque Jesus ainda não fora glorificado.” (Jo 7, 37-39)

É sempre Jesus que surge como mediador entre nós, o Pai, e o Espírito Santo. De facto, quando perguntaram a Jesus: “Onde está teu Pai?” Jesus respondeu: “Não conheceis nem a mim nem a meu Pai; se me conhecêsseis, conheceríeis também meu Pai” (Jo 8, 19). E também quando Filipe pergunta a Jesus: “Senhor, mostra-nos o Pai e isso nos basta!” Jesus respondeu: “Há tanto tempo estou convosco e tu não me conheces, Filipe?”

É o mistério do Verbo feito Homem que nos permite conhecer as três Pessoas em Deus. E porque quis Deus Pai enviar-nos seu único Filho? Para quê conhecermos Deus? O Evangelho de hoje dá-nos a resposta: “Pois Deus amou tanto o mundo, que entregou o seu Filho único, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Pois Deus não enviou o seu Filho ao mundo para julgar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por ele. Quem nele crê não é julgado; quem não crê, já está julgado, porque não creu no Nome do Filho único de Deus.” (Jo 3, 16-18). É um mistério de amor!

Jesus convida-nos a uma relação que nos permitirá conhecer o Pai, o amor que o Pai nos quer dar. Tudo poderá tornar-se mais compreensível partindo desse ponto de vista vivencial de uma relação. Até mesmo porque o Deus único não é um ser solitário, é um Deus comunitário, um Deus de relação, é comunidade de vida e de amor. E é este amor, que nos é oferecido, aquilo que nos salva. Se tudo nasce de uma relação, mais fácil do que falar sobre a Santíssima Trindade, do que demonstrar a Santíssima Trindade, poderá ser o mostrar essa relação através do que ela é na vida de cada um. E de viver este amor em relação.

Imagem: Santíssima Trindade, de Masaccio. Leituras de hoje: PRIMEIRA Ex 34, 4b-6. 8-9; SALMO Dan 3, 52.53-54.55acd-56Se; SEGUNDA 2 Cor 13, 11-13; EVANGELHO Jo 3, 16-18


14 comentários:

Anónimo disse...

Infelizmente a ideia da trindade não passa de uma ideia humana que a igreja romana copiou dos Egípcios.

Osiris, Isis e Horus.

Anónimo disse...

Onde é que também temos a ideia de vida, morte e renascimento?

Osiris, Isis e Horus.

Pai, filho e espírito santo?

O filho morreu e renasceu para viver...

enfim...

Anónimo disse...

Mas a tríade mais famosa de todas será: Pai, Mãe e Criança.

Claro que os Islâmicos acham que uma triade é pouco para um homem...

Anónimo disse...

E o que têm para poder falar em nome do Pai?
As palavras do que nunca foi rei dos judeus?
As palavras do que o próprio irmão dizia que todas as famílias tem uma velha negra e este pensa que é filho de deus?
Que deus é esse que se limita a uma linhagem de sangue do rei David?
Que deus limitado é esse?

Anónimo disse...

Coitados dos Filisteus, inimigos de David, só podem ter ido para o Inferno... tinham o hábito de comer carne de porco e de não praticarem a circuncisão, só podiam ser bárbaros incivilizados...

Rui Miguel Fernandes disse...

Caro Anónimo,

Peço-lhe que leia este texto até ao fim, procurando percebê-lo no seu todo. Alguns dos exemplos são simplesmente ilustrativos: não pretendem desconsiderar perspectivas, mas simplesmente, por meio da caricatura, mostrar a sua fragilidade.

Lendo alguns dos seus comentários, fico com a seguinte impressão.

(1) Ao nível dos argumentos, a sua posição poderia ser caricaturada da seguinte forma:

"Dizem que o futebol apareceu em Inglaterra em meados do século xix... E então, o que dizer dos relatos de uma modalidade semelhante que existia na China, onde chutavam crânios?"

Um leitor atento saberia distinguir dois aspectos: a) o desporto tem uma história; b) não obstante as afinidades com o passado, certas modalidades, conforme as conhecemos hoje, são relativamente recentes. Afinal, dificilmente diríamos estar diante de um jogo de futebol se víssemos um grupo de homens a chutar crânios, por mais forte que fosse o efeito sugestivo. A existência de elementos comuns (palavras, gestos, práticas) não significa, imediatamente, "igualdade de entendimento", mesmo porque, se se tratam de fenómenos humanos, a interpretação dos símbolos altera a realidade a que eles se reportam. Um jogo, para ser o que é, depende do acordo que uma comunidade de praticantes estabelece entre si a respeito das regras. Mudam-se as regras, em aspectos essenciais, muda-se o jogo. E, no entanto, a bola manteve-se.

(2) O anonimato, já tão discutido neste blog, é muitas vezes defendido pelos leitores como, por um lado, um aspecto irrelevante para a defesa das razões ("as boas razões não dependem de quem as profere") e, por outro, como um forma de independência e garante da liberdade de pensamento. Estes argumentos, não tendo embora o mesmo peso (o primeiro assenta num princípio "científico"/epistemológico segundo o qual "os factos falam por si"; seria no entanto necessário provar como é que os factos "falam" sem que haja quem os interprete teoricamente. Por outro lado, seria importante mostrar que uma razão é "objectiva" independentemente do "sujeito". Este é, pois, o suposto argumento da neutralidade; o segundo argumento, por seu turno, assenta numa noção de "liberdade" para quem "dar o nome" corresponde a uma "denúncia das filiações"). Se o primeiro argumento, quanto a mim, é mais difícil de rebater (culturalmente, foi essa a noção de "razão" que recebemos, embora vá sendo cada vez mais discutida), o segundo, porém, é bastante mais frágil. Tão frágil que, muitas vezes, o vemos sendo usado apenas como ilusão. Poderia ser caricaturado como a estratégia do "franco-atirador" que atira no meio de uma multidão, defendendo a sua identidade de futuras acusações.

Rui Miguel Fernandes disse...

Não é muito difícil disparar estando escondido, sobretudo quando o alvo se desloca vistosamente à luz da história há tanto tempo.

Tanto quanto vou percebendo da minha própria história, as convicções não podem servir de armas de arremesso, sobretudo se advogam "razoabilidade" (tida por tantos como uma ferramenta crucial para a "paz"). O facto de ser "convictamente Rui" não me coloca "à beira de um ataque de nervos" sempre que me deparo com um António, ou um Filipe, ou mesmo um "Anónimo". A identidade (essa identidade feita de tempo, memória, inteligência, relações; essa identidade com currículo, com habilitações académicas, com profissão; essa identidade apaixonada, crente ou não) não pode ser motivo de conflito: se é, é porque é mal vivida. Sou "pouco Rui" se a presença da diferença me irrita ou se me assemelha ridícula.

Questione as suas convicções, se elas o tornam incapaz de viajar até ao lugar do outro, retendo-o no papel de atirador "em nome de uma qualquer razão". Boas razões embrulhadas em violência não são muito razoáveis, e se ainda que tenham sido muito pensadas, mostram-se pouco inteligentes.

Não parta imediatamente do princípio que tem uma visão esclarecida dos factos, ao passo que os que estão "do lado de fora de si" são perfeitamente ignorantes ou manipulados. Que bom, se encontrou razões para perceber a sua própria forma de ver, estar e construir o mundo. Que bom, se não se sente indiferente aos outros, sobretudo se considera que a sua situação os lesa. Mas que grande pena se a sua convicção não conseguir dar espaço às convicções alheias. Não queira para si esse erro tão tristemente recorrente na história (individual e institucional).

Do lado de fora de nós também há "eu": o outro. Um outro que pensa, que lê, que investiga, que duvida, que explora, que se esforça, que dialoga, que erra, que acerta, que critica. A discordância tende a desfigurar o outro (como as caricaturas que apresentei acima desfiguraram a seriedade de alguns - bons - argumentos). Facilmente o julgamos menos capaz, destituído, "feio", "mau". Mas, se nos aproximarmos, vêmo-lo de forma menos tosca. E, de repente, juntamente com a evidência das diferenças, surge-nos a consciência da familiaridade: pensamos e agimos de forma bastante diversa (com nomes próprios a confirmá-lo), mas confrontamo-nos com limites e grandezas semelhantes.

Não fuja já para os argumentos óbvios. Acredite: já foram ditos (mais e melhor do que ambos seríamos capazes). Não dispare tão depressa. Pergunte: seja essa a sua bala. Interrogue: arme-nos essa emboscada de quem quer conhecer. Porque, de contrário, possivelmente dirigir-nos-á frases já muito conhecidas: a descrença é uma velha conhecida. E isso não faz dela ameaçadora.
A consciência do "não" abre espaço à liberdade para o "sim".

Agradeço o seu interesse declarado pelo nosso blog.

Anónimo disse...

Caro Rui,

«Não parta imediatamente do princípio que tem uma visão esclarecida dos factos, ao passo que os que estão "do lado de fora de si" são perfeitamente ignorantes ou manipulados.»

Não parto do princípio de que tenho uma visão esclarecida dos factos, por isso estão expostos para teste.

É simples afirmar barbaridades sem a mínima crítica. Apenas apresentei uma perspectiva crítica da 'misteriosa' trindade, não disparei contra ninguém e não o vi a negar os factos históricos.

Não percebo a sua afirmação "do lado de fora de si", mas tenho em boa consideração que muitos NÃO são ignorantes e são exímios manipuladores.

Relativamente ao chineses, também sabiam usar a pólvora para fins lúdicos e mostraram aos Europeus no séc. XIV. Os europeus com o seu 'espírito santo' converteram a pólvora numa arma magnífica.

Se me permite conjecturas, uma vez que não tenho confirmação física, parece que os chineses também sabiam criar hologramas analógicos com fumo e luz... criando fascinantes aparições...

Caro Rui, «Mas que grande pena se a sua convicção não conseguir dar espaço às convicções alheias.»?
Se encontra uma comunidade a adorar restos de metal fundido, porque ficou com uma forma sugestiva, não se sente na obrigação de mostrar que essa prática é apenas uma superstição?

Se encontro crenças superticiosas, respeito, mas tento "dar a cana de pesca para que possam pescar livremente"... podem usar a cana ou não... é uma opção individual.

Plenamente de acordo com:«A consciência do "não" abre espaço à liberdade para o "sim".»

cordiais saudações,

Anónimo disse...

Caro Rui,

A caricatura que realizou sofre a seguinte lacuna. Os chineses ensinaram futebol aos Ingleses?

É que os Egípcios ensinaram a cultura Egípcia aos Romanos. E Roma oriental venceu Roma ocidental, após a conversão de Constantino e culminando em Niceia.

cordiais saudações,

Anónimo disse...

Caro Rui,

Onde foi buscar a ideia de que jogavam com crânios?

«Images from the Han Dynasty (206 B.C. to 220 A.D.) show a game similar to soccer being played with leather ball filled with hair.»

«The Chinese Tsu is recorded as the first soccer players known to man. In the earlier days, they would use two bamboo cones connected by a piece of cloth for the net with a hole in the cloth. They would use a leather ball stuffed with hair and feathers for the soccer ball. »

Rigor, caro Rui, rigor.
Se tudo o disse apresenta a mesma falta de rigor...

Cumprimentos,

Rui Miguel Fernandes disse...

Olá!!

Parece que encontrámos fontes diferentes, eheheh!

«Durante a dinastia do imperador chinês Huang-ti, era costume chutar os crânios dos inimigos derrotados. Os crânios, que mais tarde viriam a ser substituídos por bolas de couro, tinham que ser chutados pelos soldados chineses por entre duas estacas cravadas no chão, no primeiro indício de traves. O esporte era chamado de tsu-chu, que em chinês, significa (tsu) uma "bola recheada feita de couro" (chu). O esporte foi criado para fins de treinamento militar, por Yang-Tsé, integrante da guarda do Imperador, na dinastia Xia, em 2.197 a.C.» (wikipedia)

«(...)playing kickball games for more than 2000 years. The ancient Chinese, Japanese, Greeks, and Romans used everything from stuffed animal skins and stomachs, to human skulls as balls.» (Ashley Jude Collie,World of Soccer: A Complete Guide to the World's Most Popular Sport). De toda a maneira, o exemplo tem um carácter meramente ilustrativo.

Quanto à história da "transmissão" das "regras" (desse jogo e, possivelmente, de todos os "jogos culturais"), a sua leitura parece ser extraordinariamente simplista.

O limite da "navalha de Ockham" (que é o critério da procura de soluções simultaneamente eficazes e simples) não reside no princípio epistemológico do "primado dos acontecimentos sobre a linguagem" (coisa bastante sensata), mas no esquecimento de que, tratando-se o objecto da história o ser humano (e não apenas um, mas uma comunidade), a complexidade não é tanto sinónimo de "confusão" mas, possivelmente, de realismo.

Na sua vida, como na de qualquer ser humano, as respostas "simplistas", típicas das generalizações, embora correspondam ao desejo de "soluções", atraiçoam o carácter compósito e denso da existência. Os fenómenos não são assim tão simples. Reconhecê-lo não significa "atirar areia aos olhos", mas simplesmente evitar que eles "vejam o que não está lá"...

Muito obrigado.

Anónimo disse...

Caro Rui,

Muito obrigado pela sua referência... falta saber o que foi verdade... uns querem uma perspectiva diabolizada outros uma perspectiva santificada dos chineses... não sei onde fica a verdade...

«evitar que eles "vejam o que não está lá"...»

O que é que não está lá?

O gosto de Calígula pela Galileia?
O contacto dos Romanos com os Egípcios? Talvez queira ver os obliscos na praça de Pedro no Vaticano ou na praça do Povo em Roma.
A alteração do império militar em império clerical, tão bem exposto no livro "O Príncipe". Iniciado por Constantino e concretizado em Niceia?

O que é que não esteve lá?

A tríade Osiris, Isis e Horus com o mito da vida, morte e renascimento?

Cumprimentos,

Rui Miguel Fernandes disse...

Olá, novamente.

Se me permite, acho que não é necessário supor "malevolência" na teoria da "caveira". O contexto donde foi retirado não pretende transmitir uma ideia "diabólica". Independentemente de ser "facto" ou "lenda", o que se pode concluir, sem prejuízo de ninguém, é que o início de certos desportos esteve ligado à formação militar. O adestramento para a "luta" (seja no sentido literal, seja no sentido figurado) serviu-se da pedagogia do jogo como uma entre várias estratégias. Ainda hoje o jogo é uma prática bastante eficaz de fomento de competências: capacidades físicas, intelectuais, sociais, anímicas, ...

As lendas (assumindo que seja esse o caso desta "história) valem, muitas vezes, como testemunhos de problemas/necessidades subjacentes a comunidades. A sua moralização (visão diabolizante, por exemplo) pode impedir-nos de perceber o que está verdadeiramente em questão.

Visões demasiado lineares, embora facilitadoras do discurso, falseiam a complexidade da realidade. Olhar para história esquecendo a complexidade das "transacções sociais, políticas, religiosas" resulta em visões grosseiras e "pouco rigorosas".

Podia traçar, em linhas gerais, o seu perfil partindo das poucas frases que temos trocado. E, no entanto, isso certamente não corresponderia à densidade da sua biografia. Dizer que "é ateu" pode não dizer absolutamente nada. Dizer, de chofre, que tudo o que diz é simples "repetição" de um argumentário, uma vez mais, pode ser perfeitamente falso. Porque "os factos humanos" não prescindem da biografia.
A sua leitura da história, simplesmente, não passaria em nenhum teste, fosse académico, fosse existencial. E isto nada tem que ver com a validade das suas convicções. Tem antes que ver com o modo como tende a encarar o outro ("o crente") como se fosse alguém radicalmente estranho da sua própria história.

Assim como, para o descrever, não é bastante um rótulo, tão-pouco a história consente uma leitura "telegráfica". Se poucos anos (o seu e o meu tempo) nos merecem muitas páginas, com maior razão muitos anos o exigem. Há demasiadas vidas em jogo, demasiadas perguntas, inclusive demasiadas lutas para que possamos apresentar, de rajada, um título como síntese.

Agradeço-lhe, uma vez mais, a paciência. Realmente, temo que o tom "asséptico" do écrã possa emprestar um timbre mais carregado que aquele que de facto o texto pretende. É um prazer, discutir estes assuntos. No entanto, o pressentimento do mal-entendido torna o discurso desconfortável, como prenúncio do efeito "telefone estragado".

Anónimo disse...

Caro Rui,

Antes de mais muito obrigado pelas suas palavras.

«A sua leitura da história, simplesmente, não passaria em nenhum teste, fosse académico, fosse existencial.»

Isso dependeria do professor... claro.

Relativamente ao existencial... indique um erro factual dos factos apresentados...

Quanto à interpretação... mostre uma mais simples e esclarecedora...

Se já considera que os meus argumentos são "repetição" é bom sinal... quer dizer que tem lido outros comentários e que o que tento colocar em verificação, para si já é redundância... já faz parte de si, da sua formação. Fico contente.

Cumprimentos,