9 de setembro de 2011


5Acaso é esse o jejum que me agrada,
no dia em que o homem se mortifica?
Curvar a cabeça como um junco,
deitar-se sobre saco e cinza?
Podeis chamar a isto jejum
e dia agradável ao SENHOR?
6O jejum que me agrada é este:

libertar os que foram presos injustamente,
livrá-los do jugo que levam às costas,
pôr em liberdade os oprimidos,
quebrar toda a espécie de opressão,
7*repartir o teu pão com os esfomeados,
dar abrigo aos infelizes sem casa,
atender e vestir os nus e não desprezar o teu irmão.
8*Então, a tua luz surgirá como a aurora,
e as tuas feridas não tardarão a cicatrizar-se.
A tua justiça irá à tua frente,
e a glória do SENHOR atrás de ti.
9Então invocarás o SENHOR e Ele te atenderá,
pedirás auxílio e te dirá: «Aqui estou!»
Se retirares da tua vida toda a opressão,
o gesto ameaçador e o falar ofensivo,
10se repartires o teu pão com o faminto
e matares a fome ao pobre,
a tua luz brilhará na tua escuridão,
e as tuas trevas tornar-se-ão como o meio dia.
11O SENHOR te guiará constantemente,
saciará a tua alma no árido deserto,
dará vigor aos teus ossos.
Serás como um jardim bem regado,
como uma fonte de águas inesgotáveis.

(Isaías 58, 5-11)

2 comentários:

Anónimo disse...

«O SENHOR te guiará constantemente,»


Então não ensina a pescar?

Só dá o peixe para receber o ouro?

Que liberdade é essa?
Com um jugo mais leve, mas, sempre um jugo, o jugo do Senhor?

Anónimo disse...

E deus passa a senhor.

Numa sociedade onde há muitos doutores e poucos senhores é uma indicação interessante.

No entanto, porque seguir um senhor e não outro? Porque seguir um senhor e não uma senhora?

Cumprimentos,