18 de outubro de 2011

Ciência e religião – o caso do P. Georges Lemaître


1.Celebram-se este ano os 80 anos da publicação em inglês de um célebre texto do Padre Católico Georges Lemaître, no qual este sacerdote e cientista apresentou a hipótese que viria a ser mais tarde chamada teoria do big bang. O P. Lemaître é hoje considerado o proponente desta teoria. Isto já seria muito incómodo para muitas pessoas, sobretudo as que continuam a insistir que há uma incompatibilidade radical entre ciência e religião, e que a ciência avança tanto mais depressa quanto mais depressa se abandonar a religião. O P. Lemaître mostra que tal não é verdade. Mas a questão tornou-se mais complexa.

2.Com efeito, o texto original francês do P. Lemaître foi publicado em 1927, e a tradução inglesa, publicada quatro anos depois, omite importantes passagens do original, nas quais está incluída a que é conhecida como a Lei de Hubble. A descoberta de que a luz que nos chega das galáxias se desloca para o vermelho, o que indica que elas se estão a afastar, já está no texto original francês, mas diversas passagens deste texto foram retiradas na tradução inglesa. Hubble, que publicou um texto posterior ao do P. Lemaître, ficou até hoje com os louros da descoberta.

3.Esta questão provocou já alguns estudos e debates em publicações de relevo como a Revista Nature. A questão em debate é a de saber quem eliminou a as passagens fundamentais na tradução inglesa do texto do P. Lemaître, e por que razão o fez. Algumas pessoas consideram que o próprio Hubble poderá ter feito isso, mas dificilmente se poderá chegar a uma conclusão, uma vez que se desconhece quem foi o tradutor e parece não haver hoje modo de o vir a saber. Há, porém, uma questão de justiça: a de reconhecer o mérito do P. Lemaître.

4.É também possível que haja muitas pessoas que não estejam muito interessadas na verdade histórica, sobretudo porque isso vai contra a tese de que quem tem uma fé religiosa não está interessado na verdade científica, nem sequer tem competências para fazer avançar a ciência, porque a fé não deixa pensar, ter espírito crítico e criativo. O caso do P. Lemaître mosta bem como estão enganadas as pessoas que pensam assim.

30 comentários:

CLEMENS disse...

Pe Alfredo Dinis, s.j.,

Obrigado pela partilha. Eis algo que desconhecia.

Um abraço!

Anónimo disse...

Caro Alfredo,

A questão não é bem:
«quem tem uma fé religiosa não está interessado na verdade científica,»

A questão é que quem se submete a uma crença religiosa, tem como objectivo último compatibilizar o que descobre com esse pressuposto religioso.

Pode dizer que os não religiosos fazem exactamente o mesmo dentro da crença cultural do seu tempo.

Assim a questão central é que fixar axiomaticamente a existência de deus influência a forma de pensar da cultura e no lugar de colocar os diferentes cenários em teste gera um enviesamento para uma base axiomática que pode ser simplesmente falsa.

Se o seu objectivo é compatibilizar a natureza com deus é diferente de procurar a forma mais simples de descrição da natureza.

A religião será uma base de referência como a cultura científica o é. Qual terá mais capacidade de evoluir colocando em causa as crenças anteriores?

Como não é possível encontrar uma única base axiomática para descrever a natureza, (pelo menos assim se acredita), tem toda a liberdade para pensar da forma que bem entende, desde que respeite a forma de pensar dos outros (casamentos homosexuais, aborto, uso de preservativo, etc.)

Cumprimentos,

Anónimo disse...

Tudo o que se diz e se faz em nome deus não tem validação possível.
E são muitas as coisas que se dizem e se fazem em nome de deus. Não é por falta de possibilidade de verificar.

Qualquer outra hipótese na condições anteriores já teria sido eliminada pelo ridículo, como um fantasma que poderá existir por baixo da cama...

Anónimo disse...

Desculpe, deus existe. Deus existe na imaginação de quem acredita e tem capacidade performativa. Como o fantasma na cabeça de quem acredita ...

Anónimo disse...

" Isto já seria muito incómodo para muitas pessoas, sobretudo as que continuam a insistir que há uma incompatibilidade radical entre ciência e religião ..."

Pe Alfredo D, perdoe-me a franqueza mas para mim, não diria incómodo mas inconciliável que alguém possa ser Padre ou crente em qualquer religião e ser Cientista ao mesmo tempo.
Digo-o porque um cientista tem que colocar todas as hipóteses em aberto para que possa chegar a uma conclusão ...ou não mas no caso de chegar, como fica o seu lado crente, se essa mesma conclusão, chocar contra tudo aquilo que ele acredita?
Das duas uma, ou abdica da honestidade do ponto de vista cientifico ou abdica do seu Dogma religioso...e não acredito que alguém, com as faculdades de Lemaitre, possa acreditar em Deus.
Pode-o talvez fazer parecer com outros objectivos que talvez, os meios justifiquem os fins.
Portanto, na minha analise, é claramente incompatível.

Obrigado
Nuno

alfredo dinis disse...

Caro Nuno,
Não creio que um cientista possa colocar todas as hipóteses em aberto. Por exemplo, a hipótese de haver extraterrestres entre nós não é colocada pela grande maioria dos cientistas. Só para dar um exemplo.

Além disso, que eu saiba, até hoje a ciência não obrigou nenhum crente a aceitar ou a formular hipóteses que o obrigassem a renunciar à sua fé. Nem conheço algum cientista que se sinta limitado pela sua fé nas investigações científicas que desenvolve. Se conheceres alguns exemplos peço que mos indiques. Os criacionistas e os defensores do intelligent design não são representativos dos cristãos, e muitos cristãos, entre os quais me incluo, sentem-se bem com as teorias científicas do big bang e da evolução das espécies.

Outros casos típicos da tese da incompatibilidade entre ciência e religião têm a ver com questões de bioética e de sexualidade. É preciso não esquecer que há pessoas não crentes que defendem, com base na razão, as teses dos cristãos.

Saudações,

P. Alfredo

Anónimo disse...

Caro Alfredo,

«É preciso não esquecer que há pessoas não crentes que defendem, com base na razão, as teses dos cristãos.»

Quem?

defendem as teses dos cristãos, mas defendem a crítica que os cristãos fazem à liberdade dos outros?

Streetwarrior disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Anónimo disse...

" Por exemplo, a hipótese de haver extraterrestres entre nós não é colocada pela grande maioria dos cientistas "

Olhe que não Pe Alfredo, olhe que não...
Pode não ser do seu conhecimento ou ser badalado nos Media mas em 1973 foi enviada uma mensagem para o espaço através da Pionner 10 e 11 escrita por Carl Sagan e Frank Drake, deixando aberta a hipótese de poderem ser interceptadas por vida extra-terrestre.
Portanto, acreditam...ou têm fé, digamos.
A não ser que entre nós...se refira mesmo presencialmente entre nós, no nosso Planeta.
Nesse caso, sou tão agnóstico quanto o sou relativamente a Deus, não sei, mas não impossibilito a hipótese de...

Repare que apesar não os conseguir-mos ver, não quer dizer que não existam, tal como como não conseguimos ver as ondas de rádio, no entanto, hoje, sabemos que estão lá.
http://en.wikipedia.org/wiki/Pioneer_plaque

"Além disso, que eu saiba, até hoje a ciência não obrigou nenhum crente a aceitar ou a formular hipóteses que o obrigassem a renunciar à sua fé."

Peço desculpa por não me ter feito compreender..eu quando digo que um cientista quando parte para o campo da descoberta, não pode estar preso a dogmas e inclusive tem que testar, as hipóteses contrarias ao que acredita...mesmo parecendo-lhe um absurdo.

Devolvo-lhe a pergunta então.
Quem é a autoridade responsável pela representação dos cristãos?
Jesuítas? Católicos? Adventistas? Coptas? Ortodoxos?
É que todos eles se auto-intitulam de autoridades.

"É preciso não esquecer que há pessoas não crentes que defendem, com base na razão, as teses dos cristãos."

Pe Alfredo, isto é uma contradição imensa.
A Crença ou a fé, não se baseiam na razão.
Não cristãos podem concordar com cristão, não em relações dogmáticas mas sim ao nível de questões factuais que não derivem de questões de fé.
Um exemplo;
Ambos podem acreditar que " x " planeta exista mas o " não cristão", nunca acreditará que o planeta, foi criado por Deus até que o possa comprovar.
Um cientista, pela sua formação académica, não pode estar sujeito a dogmas, isto se for um profissional honesto.


Abraço a um bem haja a todos os que nos lêem .
Nuno

alfredo dinis disse...

Caro Nuno,

Quanto aos extraterrestres não me referia aos que poderão existir em outros sistemas solares e em outras galáxias. Essa hipótese é colocada pelos cientistas , sejam eles crentes sejam não crentes. O facto de alguns serem crentes não os impede de colocar as mesmas hipóteses dos não crentes. O cristianismo não está baseado em nenhuma teoria científica, por conseguinte, não tem que temer qualquer hipótese científica.

Se se aceitar que os cientistas, como os filósofos, os políticos, etc., se movem sempre em contextos paradigmáticos, então é o próprio contexto e não simplesmente a razão, a inteligência e a liberdade de pensamento, que colocam limites às hipóteses que vale a pena considerar. Por algum motivo os cientistas em geral se recusam a considerar a hipótese da transmissão de pensamento, por exemplo. É certo que há quem se dedique a fazer experiências nesta área, mas até hoje elas não têm sido tomadas a sério. O paradigma oficial neurobiológico não o permite!

A Igreja Católica tem as suas autoridades mas a Igreja de Cristo estende-se para lá desta Igreja.

Quanto à relação entre fé e razão, é evidente que a fé não é uma simples conclusão lógica da razão, mas esta pode reconhecer os seus limites no que se refere a questões relacionadas com o sentido do universo e da vida. Além disso, a razão impede a fé de cair em irracionalismos e absurdos. O crente não é o que aceita tudo cegamente sem se interrogar - ao contrário da imagem que têm os ateus. Um crente que não se interroga sobre a sua fé, dificilmente amadurecerá, tanto como ser humano como como crente. A imagem do crente como alguém que não pensa por si, que se ajoelha e obedece acriticamente, que tem horizontes limitados, etc., etc., é muito conveniente para que os ateus se sintam seguros, mas é inteiramente falsa. O facto de haver crentes que correspondam a esta imagem não permite nem considerá-los como modelos de crentes nem generalizar a todos os crentes essa imagem.

Garanto-lhe que há ateus que são contra o aborto, por exemplo. Por isso, quando se diz que os cristãos são obrigados pela sua fé e pela sua Igreja a rejeitar o aborto, está-se a ignorar que as fontes da moral cristã não estão apenas relacionadas com a fé, mas também com a razão.

Cordiais saudações,

P. Alfredo Dinis,sj

Anónimo disse...

Pe Dinis, eu durante muito tempo, pensei-me Ateu por razões de formatação e contexto familiar, hoje posso dizer que aos 37 anos, re-nasci á muito pouco tempo do meu sono profundo do qual não tinha consciência, hoje, considero-me na minha visão e concepcção própria, como Agnóstico.

Concordo perfeitamente com a primeira parte do seu comentário, com o qual, reflectindo bem, não me deixa outra alternativa.

"O crente não é o que aceita tudo cegamente sem se interrogar - contrário da imagem que têm os ateus."

Mas o Sr Padre, reconhece que este é o retrato da maioria dos crentes, seja em que religião for (talvez mais numas que noutras ).
Os ateus não se questionam tão pouco...pois ao faze-lo, tornam-se agnósticos.
São meros vasos de energia, adormecidos.

"A imagem do crente como alguém que não pensa por si, que se ajoelha e obedece acriticamente, que tem horizontes limitados"

Desculpe a minha ignorancia, Pd Alfredo, mas isto não vai contra a total obidiencia a que Inigo se refere nos exercisios espirituais?
Que se a igreja ou um superior lhe ordenar algo ou dizer, essa "obediencia religiosa " torna-se incontestavél?
A submissão da alma e da vontade não era algo a que Borgia aludia?

Não sei se os exercisios espirituais de Inigo l.Recalde e suas constituições ainda são ensinados na pureza como foram transmitidos.
No entanto, Inigo escreve na sua Sententiae Asceticae;
[Peço perdão, pois só tenho em Inglês]
A clever carefulness together with a mediocre purity is better then a greater holiness coupled with less perfect skilfulness.
A good shepherd of souls must know how to ignore many things and pretend not to understand them.
Once he is Master, he would able wisely to lead his students, wherever he may choose.
People are interely absorbed by passing interests, so we must not speack to them too pointdly about their souls, it would be trowing the hook without the bait.

"Por isso, quando se diz que os cristãos são obrigados pela sua fé e pela sua Igreja a rejeitar o aborto, está-se a ignorar que as fontes da moral cristã não estão apenas relacionadas com a fé, mas também com a razão."

Podem não ser todos os cristãos, mas pelo menos os jesuitas são-no...será verdade Padre Alfredo? Mesmo contra a razão?
Esclareça-me se assim o desejar.

Um bem haja irmão e a todos os que nos lêem.
Nuno

Anónimo disse...

(A)gnóstico.

Gnose: O saber, por excelência; ciência superior.

Gnóstico : Com conhecimento.

Agnóstico : Sem conhecimento.

Gnosticismo: Movimento religioso dos primeiros séculos do cristianismo.

Será mesmo agnóstico? sem conhecimento?

Poderá ser agnóstico relativamente à existência de deus. Ou não existe, ou estamos na "caverna de Platão"...

Com a república de Platão de uma forma ou de outra, alguns estão mesmo na caverna... ;)

Anónimo disse...

peço desculpa, não reparei que tinha colocado o A antes da palavra.
Aconteceu porque quando escrevi o comentário, fiz-o a partir de um pequeno portátil que tenho, o qual, por vezes sem notar, começa a escrever a meio de outras palavras por motivo de tocar com os dedos na base do rato.
Por habito, revejo sempre o comentário, seus erros e pontuação até porque no Desktop, tenho o corrector Ortográfico ligado e naquele não.
Por vezes, escapa algo.
Obrigado pela correcção.
Nuno

alfredo dinis disse...

Caro Nuno,

Obrigado pelas suas reflexões.

A posição de Inácio de Loiola - e de outros santos - sobre a obediência tem que ser entendida no contexto global do que nos deixou escrito. Ora, grande parte dos Exercícios Espirituais têm como objectivo discernir qual seja a vontade de Deus a respeito da pessoa que faz os Exercícios. Se é necessário um discernimento, por vezes longo, é porque não basta a obediência à autoridade. Autoridade e obediência são duas faces de uma realidade dialógica. O Superior não pode ordenar seja o que for se ele próprio não tiver entrado em diálogo com aquele a quem ordena. E este não só pode mas deve dizer o que lhe parece ser a opção mais acertada.

No que se refere aos Exercícios Espirituais e às Constituições de Inigo Recalde, não as conheço. Não se trata certamente do fundador dos Jesuítas, Inigo de Loyola.

Quanto a posições contra a razão, não creio que isso seja uma virtude, por isso espero que não existam nem na Companhia de Jesus nem na Igreja. É claro que se pressupõe que a razão ou a consciência, não consiste em defender o que nos vem à mente e nos parece ser a verdade. A razão e a consciência procuram a verdade, mas esta é uma tarefa por vezes árdua e nada simples.

Sobre o esquecimento do A não entendi muito bem a que palavra se refere.

Cordiais saudações,

P. Alfredo Dinis,sj

Jaime disse...

Curiosamente, nas passagens omitidas, Lemaître refere Hubble: «travail de Hubble», «Hubble a montré» [1, p. 55].

[1] G. Lemaître. "Un univers homogène de masse constante et de rayon croissant, rendant compte de la vitesse radiale des nébuleuses extra-galactiques". Annales de la Société Scientifique de Bruxelles A47 (1927).

alfredo dinis disse...

Caro Jaime,

Acho um pouco estranho que Lemaître, depois de ter citado Hubble no seu texto francês tivesse procurado que essa citação fosse eliminada no texto inglês, como o Jaime parece sugerir. O que está aqui verdadeiramente em causa é a eliminação da equação nº 24 e de todo o parágrafo em que ela surge no texto francês, uma vez que, como sublinha David Block, esse parágrafo "teria sido a determinação empírica por Lemaître do seu coeficiente de expansão publicado em 1927".

Para aprofundamento desta questão consultar a seguinte bibliografia:

David L. Block, School of Computational & Applied Mathematics, University of the Witwatersrand, Johannesburg, South Africa, “A Hubble Eclipse: Lemaître and Censorship”

Nussbaumer, H. & Bieri, L. 2009. Discovering the Expanding Universe. CUP.

Van den Bergh, S. 2011. The Curious Case of Lemaitre's Equation No. 24. Journal of the Royal Astronomical Society of Canada (in press). Preprint: arXiv: 1106.1195v1.


Cordiais saudações,

Alfredo Dinis,sj

Jaime disse...

Caro Dinis,

A equação nº 24 com o coeficiente 0,68x10^-27 cm^-1 aparece (reduzida) na tradução [1, equação nº 24]. Os quatro parágrafos anteriores foram substituídos por «From a discussion of available data».

[1] G. Lemaître. "A homogeneous universe of constant mass and increasing radius accounting for the radial velocity of extra-galactic nebulae". Monthly Notices of the Royal Astronomical Society 91 (1931).

Anónimo disse...

φανερός

Pode não ser real, mas é o que se apresenta à mente. Uma hipótese, uma conjectura, uma teoria...

Uns actuam e dominam a técnica com teorias.
Outros actuam e dominam o espírito com fé.

Onde fica a realidade e onde fica o "todo total"?

Anónimo disse...

Aos cientistas: a prova mais evidente de que há extraterrestres inteligentes é que nenhum deles quis ainda contactar connosco.

Anónimo disse...

«Aos cientistas: a prova mais evidente de que há extraterrestres inteligentes é que nenhum deles quis ainda contactar connosco.»

Lamento que a auto-estima de quem escreveu seja tão baixa... :)
Será religioso?

Curioso alguém considerar a ausência de prova «a prova mais evidente». Faz lembrar o deus que não se revela e alguns pensam que podem falar em nome desse deus...

alfredo dinis disse...

Caro Jaime,
Qual é a tua interpretação da disparidade entre o texto francês de Lemaître e a versão inglesa do mesmo?
Obrigado.

Alfredo

Jaime disse...

Caro Dinis,

Não faço nenhuma interpretação. (Li que uma interpretação possível, mas sem provas, é que alguém abafou a descoberta de Lemaître [1].)

[1] John Farrell. "Why Hubble's Law ... Wasn't Really Hubble's". www.forbes.com/sites/johnfarrell/2011/06/15/why-hubbles-law-wasnt-really-hubbles/ (2011).

Anónimo disse...

Quem afirma que Religião Católica é "pressuposto" jamais leu a Summa Teológica de São Tomás de Aquino. O problema dos ateus, céticos não imparciais, maçons e comunistóides que espalham mentiras sobre a Santa Igreja de Cristo é que acreditam que o que a Igreja ensina é a fé literal e mesclada com superstições, que na verdade é o "Catolicismo" do zé povinho e não a metafísica e filosofia dos doutores da Igreja.
Leiam primeiro a Summa Teológica já citada e depois o livro: "Como a Igreja Católica Construiu a Civilização Ocidental", pois brasileiro adora discutir sem a mínima base requerida sobre o assunto.

http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=7027120&sid=0121223601311206199053046

http://www.youtube.com/results?search_query=A+Igreja+Cat%C3%B3lica%3A+Construtora+da+Civiliza%C3%A7%C3%A3o&oq=A+Igreja+Cat%C3%B3lica%3A+Construtora+da+Civiliza%C3%A7%C3%A3o&aq=f&aqi=g1&aql=&gs_sm=s&gs_upl=21687l30329l0l32134l18l10l0l0l0l1l311l1857l2-5.2l7l0


Paz, Saúde e Bem para todos vcs e suas famílias neste Natal.

Anónimo disse...

Quem afirma que Religião Católica é "pressuposto" jamais leu a Summa Teológica de São Tomás de Aquino. O problema dos ateus, céticos não imparciais, maçons e comunistóides que espalham mentiras sobre a Santa Igreja de Cristo é que acreditam que o que a Igreja ensina é a fé literal e mesclada com superstições, que na verdade é o "Catolicismo" do zé povinho e não a metafísica e filosofia dos doutores da Igreja.

Leiam primeiro a Summa Teológica já citada e depois o livro: "Como a Igreja Católica Construiu a Civilização Ocidental", pois brasileiro adora discutir sem a mínima base requerida sobre o assunto.

Procure no You Tube os videos legendados em Port., pesquisem por: "A Igreja Católica: Construtora da Civilização"; então veremos quem são os criadores de mitos, mentiras e lendas modernas.

Para quem acha que Deus não se prova intelectualmente, assistam as 5 provas aristotélicas da Existência de Deus: http://www.youtube.com/watch?v=Q2I2QsjhKt0

Paz, Saúde e Bem para todos vcs e suas famílias neste Natal.

Anónimo disse...

Não ouve outro motivo nas vidas de santo Agostinho, São Tomás de Aquino e de tantos outros doutores da Igreja que não fosse a busca da verdade! É um disparate ter de ouvir tamanhos absurdos advindos das bocas dos ignorantes que nada sabem da história filosófica e teológica da Igreja.

Procurem um professor de teologia e filosofia da Puc e conversem com ele. Exponham suas dúvidas. Tenho certeza de que ele as sanará com muita paciência e boa vontade.

Anónimo disse...

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Anónimo disse...

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Anónimo disse...

Depois de tantas rupturas e divisões, mais uma que eu não conhecia. "Catolicismo do Zé Povinho" e "Metafísica filosófica dos doutores". Qual será a visão dos doutores metafísicos quanto a questões do "Zé Povinho" como pecado original e condenação eterna?

Anónimo disse...

Prezados, minha página tem o objetivo de divulgar a participação dos religiosos nas descobertas científicas. Como exemplos: A Genética foi fundada pelo monge Gregor Mendel; a Geologia tem o bispo Nicolau Steno como um de seus fundadores; a difração da luz foi descoberta pelo padre Francesco Maria Grimaldi; os jesuítas contribuíram ativamente com a Sismologia, física e matemática. Se quiser saber mais, curta a página no facebook e acompanhe as atualizações:

https://www.facebook.com/pages/Hist%C3%B3ria-da-Ci%C3%AAncia/220847061457819

www.hisciencia.blogspot.com.br

Anónimo disse...

Prezados, minha página tem o objetivo de divulgar a participação dos religiosos nas descobertas científicas. Como exemplos: A Genética foi fundada pelo monge Gregor Mendel; a Geologia tem o bispo Nicolau Steno como um de seus fundadores; a difração da luz foi descoberta pelo padre Francesco Maria Grimaldi; os jesuítas contribuíram ativamente com a Sismologia, física e matemática. Se quiser saber mais, curta a página no facebook e acompanhe as atualizações:

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