3 de novembro de 2013

B. Roberto Mayer, presbítero

Roberto Mayer nasceu em Stuttgart a 23 de Janeiro de 1876. Foi ordenado sacerdote em 1899 e entrou na Companhia de Jesus em 1900. Depois de ter completado a sua formação, trabalhou durante alguns anos como missionário popular, até que, em 1912, foi nomeado capelão dos imigrantes em Munique.
O beato Roberto Mayer foi um dos primeiros a dar-se conta da verdadeira índole do movimento hitleriano nascente e, já em 1923, declarou publicamente que um católico não podia ser nunca nacional-socialista.

De uma homilia do Cardeal Júlio Döpfner: “Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados”. Como se aplicam bem ao Padre Roberto Mayer estas palavras! Na verdade, a paixão ardente do seu espírito era seguir a Deus, que o conduzia ou, mais ainda, o impelia inequivocamente numa só direção.
Profundamente impregnado de um irresistível amor de Deus, repetia constantemente na sua oração: “Senhor, como quereis, quanto quereis, o que quereis, porque o quereis!”. O Senhor e a sua vontade eram o íman da sua vida.

Em 1939, foi enviado para o campo de concentração de Sachsenhausen. AÍ as suas forças físicas caíram de modo tão preocupante que os nazistas, receando que morresse como mártir, o encerraram, a 5 de Agosto de 1940, na Abadia de Ettal, onde permaneceu completamente isolado até ao fim da Segunda Guerra Mundial. Retomou então as suas atividades sacerdotais na capital bávara, mas, no dia 1 de Novembro de 1945, veio a morrer. Foi beatificado em Munique por João Paulo II em 1987.

Sem comentários: