31 de julho de 2013

Festa de S. Inácio de Loiola



“O homem é criado para louvar, reverenciar e servir a Deus Nosso Senhor, e assim salvar a sua alma. E as outras coisas sobre a face da terra são criadas para o homem, para que o ajudem a alcançar o fim para que é criado. Donde se segue que há de usar delas tanto quanto o ajudem a atingir o seu fim, e há de privar-se delas tanto quanto dele o afastem. Pelo que é necessário tornar-nos indiferentes a respeito de todas as coisas criadas em tudo aquilo que depende da escolha do nosso livre-arbítrio, e não lhe é proibido. De tal maneira que, de nossa parte, não queiramos mais saúde que doença, riqueza que pobreza, honra que desonra, vida longa que breve, e assim por diante em tudo o mais, desejando e escolhendo apenas o que mais nos conduz ao fim para que somos criados.” (EE 23)

25 de julho de 2013

O crente faz mais perguntas que o não crente?


Quando se pergunta por que razão existe um universo – ou infinitos universos! –, por que razão se desenvolveu a vida no planeta Terra - e talvez em milhões de outros planetas -, e ainda por que razão vale a pena dar a vida por grandes causas, pela justiça, pela liberdade, os não crentes apenas poderão responder: ‘porque sim’. Se o universo e a vida surgiram por acaso, toda a história da Humanidade acabará em nada, e tudo o que fizermos ou deixarmos de fazer não tem, em última análise, qualquer importância. Não há mais nada a explicar. Os crentes não se satisfazem com estas respostas. Poderão, como afirmam alguns não crentes, contentar-se com respostas erradas e fantasiosas, mas o que separa os crentes dos não crentes é a insatisfação dos crentes perante respostas simples que são dadas pelos não crentes a questões extremamente complexas.

Como escreveu o filósofo Ludwig Wittgenstein, na sua obra Tractatus, “Sentimos que, mesmo depois de serem respondidas todas as questões científicas possíveis, os problemas da vida permanecem completamente intactos.” (6.52)

14 de julho de 2013

parábola do bom Samaritano



Tal como a maior parte das sociedades, o Judaísmo do primeiro século estava estruturado em fronteiras, com regras específicas sobre como os Judeus deveriam tratar os Gentios e os Samaritanos, como os sacerdotes deveriam relacionar-se com os Israelitas, como os homens deveriam tratar as mulheres, etc. Dado que as fronteiras permitiam a certos grupos estabelecer as suas posições, poder, e privilégios, a manutenção das fronteiras era fundamental para a ordem social. … Ao fazer de um Samaritano o herói da história, Jesus desafiou a tradicional inimizade entre Judeus e Samaritanos. Estes eram considerados pessoas impuras, descendentes de matrimónios mistos que se seguiram à fixação Assíria de diversas regiões no desaparecido reino do norte (2 Reis 17:6, 24). Ao apresentar o Samaritano como o herói da história, Jesus acabou com todas as expectativas acerca das fronteiras. Posição social – raça, religião ou região – nada valem… Jesus não apenas desafia o seu ouvinte a examinar o seu estereótipo acerca dos Samaritanos, mas torna inválidos todos os estereótipos.

            The New Interpreter's Bible, vol. IX, The Gospel of Luke, the Gospel of  John,         Nashville: Abingdon Press,  1995, pp. 229-230.


7 de julho de 2013

Beato Diogo de Carvalho

Tem a Igreja e a Companhia de Jesus neste e nos outros mártires do Japão um bom exemplo de evangelização.
Podemos ver a história deste homem já neste blog publicada. 

2 de julho de 2013

Bernardino, Francisco, Julião, Francisco e António


http://www.cultivationministries.com/home/home/uploads/Evangelization-Arrows.jpg
Todo aquele que pretende alistar-se sob a bandeira da Cruz na nossa Companhia, que desejamos se assinale com o nome de Jesus, para combater por Deus e servir somente ao Senhor e à Igreja sua Esposa, sob a direção do Romano Pontífice, Vigário de Cristo na terra, depois dos votos solenes de perpétua castidade, pobreza e obediência, persuada-se que é membro da Companhia.

Santos da rua onde moro