4 de outubro de 2014

Qual a razão de ser das coisas?


É frequente empenhar-nos em manter algo sem questionar o seu «para quê?». E mais frequente ainda é empenhar-nos sem perguntar o «por quem?». Este é um bulício frenético que nos leva à aridez.

E este é o lugar que pressentimos habitar. E a questão emerge: como fazer da aridez, pousio? Como habitar o inóspito?

Confiamos que só pela fecundidade do silêncio uma resposta nos inundará. Assim, o Companhia dos Filósofos entrega-se ao silêncio, dando uma oportunidade a si mesmo de se re-encontrar.

Até à volta!

3 comentários:

Anónimo disse...

Obrigado por ajudar a criar o Anti-Cristo.
Cristo é desconhecido, inventado e re-inventado por poucos, uma parábola de si mesmo, uma ferramenta de extorsão. Nada existe sobre a personagem antes do século I, 100 anos de esquecimento, que ajudaram a transformar ROMA, o império militar, no VATICANO, o império Clerical, a política da terra queimada continua, a política da extorsão continua, a política da ignorância continua. Até aparecer o Anti-Cristo. Pois bem, cheguei!

Henrique Queiroz disse...

Sou um iniciante nos estudos da Filosofia, estou indo para meu segundo semestre e diante de uma discussão comigo sobre razão e sentimento encontrei este blog. Estou lendo algumas publicações e como já venho de uma caminhada com alguns Jesuítas, fico feliz por encontrar algumas palavras que se transmitem com boa vontade. Espero que voltem! Henrique Queiroz Fortaleza, Ce.

Tv. Palco Aberto - Angola - Lobito disse...

Bastante interessante! A psicologia na verdade interessa-nos cada vez mais!
Adoramos o espaço e prometemos voltar.