4 de outubro de 2014

Qual a razão de ser das coisas?


É frequente empenhar-nos em manter algo sem questionar o seu «para quê?». E mais frequente ainda é empenhar-nos sem perguntar o «por quem?». Este é um bulício frenético que nos leva à aridez.

E este é o lugar que pressentimos habitar. E a questão emerge: como fazer da aridez, pousio? Como habitar o inóspito?

Confiamos que só pela fecundidade do silêncio uma resposta nos inundará. Assim, o Companhia dos Filósofos entrega-se ao silêncio, dando uma oportunidade a si mesmo de se re-encontrar.

Até à volta!

5 comentários:

Anónimo disse...

Obrigado por ajudar a criar o Anti-Cristo.
Cristo é desconhecido, inventado e re-inventado por poucos, uma parábola de si mesmo, uma ferramenta de extorsão. Nada existe sobre a personagem antes do século I, 100 anos de esquecimento, que ajudaram a transformar ROMA, o império militar, no VATICANO, o império Clerical, a política da terra queimada continua, a política da extorsão continua, a política da ignorância continua. Até aparecer o Anti-Cristo. Pois bem, cheguei!

Henrique Queiroz disse...

Sou um iniciante nos estudos da Filosofia, estou indo para meu segundo semestre e diante de uma discussão comigo sobre razão e sentimento encontrei este blog. Estou lendo algumas publicações e como já venho de uma caminhada com alguns Jesuítas, fico feliz por encontrar algumas palavras que se transmitem com boa vontade. Espero que voltem! Henrique Queiroz Fortaleza, Ce.

Tv. Palco Aberto - Angola - Lobito disse...

Bastante interessante! A psicologia na verdade interessa-nos cada vez mais!
Adoramos o espaço e prometemos voltar.

Anónimo disse...

Já que os filósofos estão em silêncio. Quem quiser debater ideias para nos conhecermos melhor, enquanto pessoas, enquanto membros de uma sociedade. Encontrei um blog:

https://laikoblog.wordpress.com/

Querem dar uma opinião?

Anónimo disse...

Da infabilidade papal, um princípio que separa a igreja católica romana da igreja ortodoxa, fica provada como uma falácia, quando se lê a CARTA ENCÍCLICA, MORTALIUM ANIMOS, DO SUMO PONTÍFICE, PAPA PIO XI, onde diz que os católicos não podem aprovar a reuniões ecuménicas e “Só uma religião pode ser verdadeira”:

http://w2.vatican.va/content/pius-xi/pt/encyclicals/documents/hf_p-xi_enc_19280106_mortalium-animos.html

E o empenho ecuménico da CARTA ENCÍCLICA, UT UNUM SINT, DO SANTO PADRE
JOÃO PAULO II, SOBRE O EMPENHO ECUMÉNICO.

http://w2.vatican.va/content/john-paul-ii/pt/encyclicals/documents/hf_jp-ii_enc_25051995_ut-unum-sint.html

Uma diz o oposto da outra. Uma tem de estar errada. Lá se vai a infabilidade papal.

O que separa uma da outra? A 2.ª-guerra mundial. Mussolini, católico romano, Franco, católico romano, Salazar, católico romano. Hitler, inicialmente católico romano, com o seu “cristianismo positivo”, onde se devia exporgar todos os elementos judaicos da religião católica, “só uma religão pode ser verdadeira”. Sim, porque enquanto existir a religião Judaica, é a prova de que o mito de Jesus Cristo é falso, uma vez que os Judeus não o reconhecem e, como tal, não é o rei dos Judeus, ponto fulcral do mito de que o deus humano dos judeus não é Jesus Cristo.