4 de outubro de 2014

Qual a razão de ser das coisas?


É frequente empenhar-nos em manter algo sem questionar o seu «para quê?». E mais frequente ainda é empenhar-nos sem perguntar o «por quem?». Este é um bulício frenético que nos leva à aridez.

E este é o lugar que pressentimos habitar. E a questão emerge: como fazer da aridez, pousio? Como habitar o inóspito?

Confiamos que só pela fecundidade do silêncio uma resposta nos inundará. Assim, o Companhia dos Filósofos entrega-se ao silêncio, dando uma oportunidade a si mesmo de se re-encontrar.

Até à volta!